"DE TANTO VER TRIUNFAR AS NULIDADES; DE TANTO VER PROSPERAR A DESONRA; DE TANTO VER CRESCER A INJUSTIÇA; DE TANTO VER AGIGANTAR-SE O PODER NAS MÃOS DOS MAUS; O HOMEM CHEGA A RIR-SE DA HONRA; A DESANIMAR-SE DA JUSTIÇA E A TER VERGONHA DE SER HONESTO!" (Ruy Barbosa)
sábado, 14 de setembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
A interessante história da origem da palavra AMÉM
Na Bíblia, no versículo do Apocalipse (Ap. 19:4) podemos encontrar a seguinte alusão: “Os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus, que estava assentado no trono, e exclamaram:
Amém,
Aleluia!” (Ap. 19:4). «Amém» é uma palavra semítica que é utilizada no Judaísmo, no Cristianismo e no Islão. É geralmente proferida para concluir as orações e significa “Em verdade”, “Certamente” ou “Que conste”, ainda que atualmente seu significado a nível popular seja:
«Assim seja»
A tradição judaico-cristã manteve inalterada a palavra amém sem a traduzir, uma vez que qualquer tradução empobreceria o sentido original da Palavra, que se usa em relação ao sagrado e em sentido estrito. De acordo com esta mesma tradição judaico-cristã, apenas se pode dizer amém em referência a Deus.
«Amém» e a magia do Antigo Egito
Segundo o Dicionário da Língua Portuguesa, a palavra amém vem do latim eclesiástico amen, este do grego ἀμήν, e este, por sua vez, do hebreu amen.
é muito provável que o hebreu tenha tomado amen do egípcio amón. Porquê? Porque estamos a par da grande influência que durante séculos, o Antigo Egito exerceu sobre o povo de Israel. O pai dos judeus, cristãos e muçulmanos, Abraão, foi expulso do Egito por dizer ao faraó que sua esposa, Sara, era sua irmã, e depois também sabemos como o povo hebreu escapou do Egito (Êxodo).
Também conhecemos os deuses egípcios de há mais de 4.000 anos, Amón(Deus Pai – século XX A.C) e Amón Ra (Deus do Sol – século XVII A.C), assim como os faraós Tutankamón (imagem de Amón – século XIV a.C) e Amenhotep (Amón está satisfeito).
Amenhotep IV ou Amenofis IV, que mudou seu nome para Akenatón, foi o primeiro governante monoteísta da história. Foi faraó do Egito nos anos de 1300 A.C., e adorava um único deus. Este era o Sol visível, ao qual ele chamava Atón. O faraó incorporava todos os cidadãos na sua religião, pois dizia que o Sol brilha da mesma maneira para todos. Quando Akenatón morreu, o povo egípcio voltou aos seus deuses anteriores, incluindo Amón Ra, ao qual chamavam o Deus maior e Deus dos Deuses.
Também é possível que o grego seja um dos canais para a palavra Amémdesde a língua egípcia, já que os gregos dominaram o Egito (Cleópatra era grega) e na Roma oriental (que também dominou o Egito) falava-se o latim e grego. Os gregos clássicos, antes do século XI A.C, acreditavam que sua religião tinha origem no Egito e explica a influência egípcia sobre a filosofia e as matemáticas da Grécia Antiga e, com o passar dos séculos, até aos nossos dias.
sábado, 7 de setembro de 2013
domingo, 1 de setembro de 2013
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